Buscar por
Manga é benéfica para o controle do diabetes
A pectina é uma fibra solúvel que, como todas, pode apresentar efeito hipoglicemiante (reduz a glicose) por retardar a digestão de amido e outros polissacarídeos, processo que leva à liberação da glicose no estômago para o intestino e a absorção mais lenta pelo organismo, evitando que seus níveis se elevem de modo muito rápido e intenso no sangue. Na pesquisa, foram analisados dois grupos de diabéticos. Um grupo recebeu uma dieta contendo 5% de manga e o outro recebeu uma dieta sem a fruta, mas com alimentos que controlam a doença.

A cada 15 dias, o sangue de todos era coletado para determinação de glicose sanguínea e glicogênio hepático. Ao final da pesquisa, a glicemia chegou ao nível de 107mg/dl nos pacientes que receberam a manga, enquanto naqueles que receberam a dieta-convencional manteve-se o nível de glicose em 330mg/dl.

Os pesquisadores explicam que os pacientes que receberam manga na dieta apresentaram o nível de glicogênio 64% maior do que aqueles alimentados com a dieta-controle, o que é excelente, já que o ideal é que a maior parte da glicose absorvida não seja utilizada imediatamente e sim que seja armazenada no fígado sob a forma de glicogênio.

A manga pode ser consumida in natura ou em sorvetes, sucos, saladas e outras refeições, mas deve-se prestar atenção na dieta, afinal ela também é rica em calorias. O que é diabetes
Saiba mais sobre a doença
O que é
É uma disfunção do metabolismo, ou seja, do jeito com que o organismo usa a digestão dos alimentos para crescer e produzir energia. A maioria das comidas que comemos é quebrada em partículas de glicose, um tipo de açúcar que fica no sangue. Esta substância é o principal combustível para o corpo.

Depois da digestão, a glicose passa para a corrente sanguínea, onde é utilizada pelas células para crescer e produzir energia. No entanto, para que a glicose possa adentrar as células, ela precisa da ajuda de uma outra substância, a insulina. A insulina é um hormônio produzido no pâncreas, uma grande glândula localizada atrás do estômago. Quando nos alimentamos, o pâncreas produz automaticamente a quantidade certa de insulina necessária para mover a glicose do sangue para as células do corpo. Nas pessoas com diabetes, porém, o pâncreas produz pouca insulina ou então as células não respondem da forma esperada à insulina produzida. O que acontece? A glicose do sangue vai direto para a urina sem que o corpo se aproveite dela. Ou então fica no sangue, aumenta o que se chama de glicemia (concentração de glicose) e também não é aproveitada pelas células. Deste modo, o corpo perde sua principal fonte de combustível, pois há glicose no sangue, mas ela não jogada fora sem ser utilizada.

QUAIS OS TIPOS DE DIABETES?

Diabetes tipo 1
Este tipo de diabetes é uma doença auto-imune. O que significa isto? Significa que o sistema que seria responsável por defender o corpo de infecções (o sistema imunológico) atua de forma contrária e acaba lutando contra uma parte do próprio organismo. No diabetes, por exemplo, o sistema imunológico ataca as células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina, matando-as. Assim, este órgão passa a produzir pouca ou nenhuma insulina. Por conta disso, quem tem diabetes do tipo 1 deve tomar insulina todos os dias.

Diabetes do tipo 2
Esta é a forma mais comum do diabetes. Entre 90% a 95% das pessoas que são diagnosticadas com esta doença, tem o tipo 2. Este diabetes está associada à velhice, obesidade, histórico da moléstia na família e de diabetes gestacional, além do sedentarismo. Nada menos do que 80% das pessoas que têm diabetes tipo 2 estão acima do peso ideal.

Por causa do aumento da obesidade entre crianças e adolescentes, já que as dietas de hoje em dia não são nada saudáveis, esta doença vem aumentando nestas faixas etárias. Nesta doença, quase sempre o pâncreas produz a quantidade suficiente de insulina, mas, por razões desconhecidas, o corpo não consegue utilizar esta substância de forma efetiva. A este problema dá-se o nome de resistência à insulina. Depois de alguns anos de resistência, a produção desta substância acaba diminuindo. O resultado é o mesmo de diabetes do tipo 1: a glicose produzida na digestão não é utilizada como combustível pelo corpo.

Este tipo de diabetes pode causar sérias complicações. Por isso, é muito importante reconhecer os sintomas desta doença. Eles desenvolvem-se de forma gradual. Ao contrário do que ocorre na do tipo 1, eles não aparecem repentinamente. Mas podem ser bastante parecidos e são reflexos do aumento da quantidade de açúcar no sangue:

Cansaço extremo
Náusea
Aumento da quantidade de urina
Sede além do normal
Perda de peso
Visão embaçada
Infecções freqüentes

Há outros sintomas menos freqüentes e mais graves:
Dificuldade de curar cortes e machucados
Coceira na pele (geralmente na área vaginal ou da virilha)
Perda da visão
Impotência

Algumas pessoas, no entanto, não apresentam sintomas.

Diabetes gestacional
É uma doença caracterizada pelo aumento do nível de açúcar no sangue que aparece pela primeira vez na gravidez. Este problema acontece em cerca de 4% das mulheres que ficam grávidas. Ela pode desaparecer depois do parto ou transformar-se num diabetes do tipo 2.
Outras Dicas
Precauções ao dirigir um veículo durante uma viagem
Conselhos úteis sobre automonitoramento
Como devo me cuidar?
Tratameto do Diabetes
Importância do rodízio na aplicação de insulina
Dicas de aplicação de insulina
Saiba o que é mito e o que é verdade sobre Diabetes
Página Inicial  |  A Farmácia  |  Linha Optium  |  Dicas  |  Sobre o Diabetes  |  Como Comprar  |  Fale Conosco
Atendimento: De segunda a sábado das 08:30h até as 21:00h - Domingos das 09:00h até as 13:00h
Endereço: Rua 13 de Maio, N° 140, Centro, Ijuí-RS, CEP 98700-000
E-mail: atendimento@pontododiabetico.com.br
Telefone: (55) 3332.8300 / (55) 3332.2730 / (55) 8126.6074 (Claro)